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Archive for the ‘Adolescência’ Category

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Um estudo realizado pela Universidade do Porto a 8.647 crianças portuguesas, nascidas este milénio, indica que os meninos se queixam mais de dor do que as meninas, sendo a “dor de barriga” o principal mal de que padecem.

O estudo pioneiro em Portugal, denominado “Geração XXI”, hoje apresentado no Porto, e cujos objectivos passam por conhecer o crescimento e desenvolvimento das crianças nascidas no início deste milénio, revela que do total dos rapazes avaliados 47% queixa-se de dor nos últimos três meses, enquanto que do total das meninas, queixam-se de dor 42%.

A dor de que as crianças mais se queixam é a “dor de barriga” (52,1%), logo seguida de dor de cabeça (44,4%) e “dor nas pernas” (36%). A dor de garganta e de dentes vem logo a seguir.

Fonte: Destak/Lusa.
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As comissões de proteção de menores acompanharam em 2011 quase 68 mil crianças e jovens em risco, com especial incidência para as idades entre os 0 e os 5 anos e os 11 e 14 anos, indica o relatório anual.

O relatório anual de avaliação da atividade das comissões, a que a agência Lusa teve acesso, revela que de um total de 67.941 crianças ou jovens acompanhados pelas 305 comissões espalhadas pelo país, 32.327 eram processos transitados, 25.134 com processos instaurados em 2011 e 5.518 com processos reabertos.

O escalão etário dos 11 aos 14 anos (18.221) foi o que registou o maior número de acompanhamentos por parte das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens seguido das idades entre os 0 e os cinco anos (18.041).

No documento merece destaque o facto de o número de crianças acompanhadas dos 0 aos dois anos (10.278) representar cerca de metade deste escalão etário e 16,3 por cento do total de crianças e jovens acompanhados.

Em terceiro lugar no total de crianças acompanhadas pelas comissões de proteção, surge o escalão etário dos seis aos 10 anos com 25 por cento (15.760), valor idêntico ao verificado em 2010.

Já no caso dos jovens dos 15 aos 21 anos, as comissões fizeram o acompanhamento de 10.954 casos (17,4 por cento), um valor inferior ao de 2010 ano em que representava 22,3 por cento (13.896) do total de processos.

Numa analise comparativa com a atividade nos últimos seis anos, o relatório revela que a maioria das crianças e jovens com processos instaurados desde 2006 são do sexo masculino.

Por outro lado, o documento indica que o escalão etário dos zero aos cinco anos tem sido aquele mais representado nos processos instaurados, seguindo-se o escalão etário dos 11 aos 14 anos.

O relatório revela ainda que, de um universo de 20.095 crianças e jovens caracterizados quanto à sua nacionalidade, 94,44 por cento são portugueses (18.978) enquanto 5,56% são oriundas de outros países europeus, da América do Sul, África e América do Norte.

Este documento será analisado hoje num encontro presidido pelo ministro da Solidariedade e da Segurança Social e que reunirá secretários de Estado de áreas como a Saúde, Justiça, Educação, Administração Local e Juventude e Desporto, assim como representantes de várias instituições sociais que trabalham no terreno.

Na quinta e sexta-feira o documento voltará a ser analisado no Encontro Nacional de Avaliação da Atividade das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens no ano 2011, que decorre em Santa Maria da Feira.

Fonte: DN.

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Gravidez na adolescência é vista por muitas raparigas como um projecto de vida, na falta de objectivos profissionais.

Todos os dias, 12 adolescentes dão à luz em Portugal. Idealizado como um projecto de vida, a maternidade transforma-se muitas vezes num “trampolim para a pobreza”, alertam os especialistas. Os estudos sobre a caracterização das mães adolescentes portuguesas indicam que a grande maioria são raparigas oriundas de famílias carenciadas, que abandonaram a escola antes do tempo.

Em Portugal, a maternidade na adolescência é vista por especialistas como um “fenómeno cultural” relacionado com a falta de objectivos. “A maior parte tem informação sobre contraceptivos e a gravidez na adolescência é um fenómeno cultural: há uma falta de objectivos profissionais e individuais e a gravidez vai surgir como um projecto de vida na ausência de outros. É isso que sucede em Portugal e que nos torna diferentes”, diz Teresa Bombas, da Sociedade Portuguesa da Contracepção, a propósito do Dia Mundial da Contracepção, hoje assinalado.

Não se sabe ao certo quantas adolescentes ficam grávidas. Os números oficiais revelam apenas quantas jovens decidem interromper a gravidez recorrendo aos serviços de saúde e quantas decidem ser mães. “Mais de 10% das interrupções voluntárias de gravidez ocorrem em adolescentes até aos 19 anos e quase 5% dos nascimentos são de jovens mães”, lembrou Duarte Vilar, director executivo da Associação para o Planeamento Familiar (APF).

No ano passado, 4347 raparigas entre os 12 e os 19 anos decidiram levar a gravidez até ao final. Em 2008, o número de novas mães adolescentes foi mais alto (4844) e, em 2006, passou as 5500, segundo dados do INE. Os números mostram que esta é uma realidade que tem vindo a diminuir, apesar de ser um processo “muito lento”. “Na década de 80, 14 a 15 mil adolescentes eram mães todos os anos”, sublinhou Duarte Vilar.

Fonte: Lusa, via DN.

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Menores dos sete aos 17 anos são o principal público-alvo de um projeto nacional para ensinar a lidar com o dinheiro, anunciou hoje a Universidade de Aveiro (UA), promotora desta iniciativa de incremento da “literacia financeira”.

O projeto, designado “Educação+” e a desenvolver em colaboração com a Caixa Geral de Depósitos, visa “contribuir para a formação de consumidores mais informados e mais conscientes da realidade financeira e dos desafios do dia a dia”, segundo um comunicado da UA.

“Nos dias de hoje, e atendendo à atual situação de crise financeira e económica, que a maioria dos países enfrenta, torna-se pertinente a discussão destes temas e a procura de novas respostas e soluções para os problemas do dia a dia”, refere a UA, ao justificar a iniciativa.

A educação financeira, como meio de melhorar a capacidade individual para lidar com as finanças pessoais é, de resto, uma preocupação central de governos e organizações internacionais como a OCDE e a União Europeia, assinala ainda o comunicado.

No âmbito do “Educação+”, “que será em breve apresentado ao Ministério da Educação”, está a ser preparada uma exposição itinerante, que se estreia a 06 de outubro em Águeda e que depois percorrerá outros municípios de norte a sul do país.

A exposição, adianta a UA, será composta por três módulos e os conteúdos desenvolvidos serão apresentados “de forma a dar ênfase à experimentação e ao jogo, como forma de estimular uma possível exploração didática destes temas”.

A outro nível, mas também no âmbito do projeto, está prevista a realização em Lisboa, no dia 28 de setembro, da II Conferência Internacional em Educação Financeira.

“Por uma educação+ financeira” é o tema desta conferência que tem como principais destinatários todos aqueles que nas instituições e empresas exercem actividade nas áreas de formação, social, comunicação e estratégia, desde quadros superiores a vereadores, gestores escolares, professores, formadores e até jornalistas.

Fonte: Ionline.

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Mais de 30 por cento das crianças e adolescentes portugueses têm excesso de peso, segundo os resultados de uma investigação da Escola Nacional de Saúde Pública hoje divulgados.

O estudo, dirigido para o grupo etário dos nove aos 18 anos, abrangeu todos os distritos portugueses e incluiu a análise a 5708 adolescentes escolarizados.

Os resultados indicam que a prevalência de pré-obesidade infanto-juvenil é de 22,6 por cento e que a prevalência da obesidade é de 7,8 por cento.

“A investigação aponta para 30,4 por cento dos adolescentes com excesso de peso. Estes valores são muito preocupantes, porque uma elevada prevalência do excesso de peso traz consequências, como aparecimento da diabetes e de doenças cardiovasculares”, comentou à agência Lusa Isabel Loureiro, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP).

“A adolescência é uma das últimas grandes oportunidades de controlar o peso, para que o adulto não venha a tornar-se obeso”, frisou a orientadora desta investigação, cujo trabalho de recolha de dados decorreu entre 2008 e 2009.

Outro estudo divulgado este ano pela Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade revelava que quase um terço das crianças portuguesas entre os dois e os cinco anos estão em estado de pré-obesidade.

Isabel Loureiro lembra a importância de educar os “jovens que vão ser pais”: “a ideia do bebé muito gordinho deve ser acautelada”.

“É ainda necessário ajudar as crianças a terem uma boa relação com a comida e não ter com ela uma relação de compensação emocional”, alertou.

Fonte: Público.

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O número de adolescentes portuguesas grávidas ainda é dos mais elevados na Europa, mas a entrega para a adopção é rara. Em Portugal, para a mãe dar consentimento de entrega para a adopção não há limite de idade e o tribunal aceita que seja aos 14 anos. Especialistas dizem que é muito cedo e que se devia esperar até a mãe ter mais maturidade para decidir.

Em 2008, registaram-se 5800 partos de mães adolescentes e 1200 abortos, um total de sete mil gravidezes. O número tem vindo a diminuir, mas ainda coloca Portugal no segundo lugar entre os países europeus com mais grávidas adolescentes. Uma realidade mais visível com o caso de Ana Rita Leonardo, a jovem de 15 anos, que luta para travar a adopção do filho de dois anos e meio e que esteve em greve de fome.

À semelhança desta adolescente, que tenta evitar que o filho seja entregue para adopção, a maioria das mães menores opta por ficar com os filhos. “São raríssimas as adolescentes que dão os filhos para a adopção”, reconhece Miguel Oliveira e Silva, obstetra que acompanha grávidas adolescentes no Hospital Santa Maria, em Lisboa.

A mesma opinião é reforçada por Sónia Lopes, da Associação para o Planeamento da Família (APF), que coordena um projecto onde estão a ser acompanhadas 40 menores grávidas da área de Marvila, em Lisboa. “Em Portugal é muito raro a entrega para a adopção”, frisa.

Isto porque, a maioria “acaba por ficar em casa dos pais e há uma certa aceitação por parte da família, que já viveu situações semelhantes”, considera Sónia Lopes. Menor é o número de jovens que tem necessidade de ser internado numa instituição.

A Segurança Social tem 11 instituições que apoiam exclusivamente mães adolescentes. E actualmente acolhem actualmente 41 jovens. O presidente do Instituto de Segurança Social, Edmundo Martinho revela ao DN que “estes números são mais ou menos estáveis” em relação a anos anteriores. As mães e as crianças que se encontram nestas instituições são consideradas de risco. E “a única hipótese disponível passa pelo acolhimento dos dois”, diz Edmundo Martinho.

Os centros de acolhimento permitem que as jovens aqui permaneçam até aos 21 anos, ou seja, “até serem autónomas”, ou até “se alterarem as circunstâncias e a família puder acompanhar a mãe e a criança”, indica o presidente do Instituto da Segurança Social. A única condição é que as jovens continuem a frequentar a escola ou um curso de formação profissional.

O obstetra Miguel Oliveira e Silva acredita que as adolescentes que recebe são, regra geral, boas mães. E considera que aos 13 ou 14 anos as jovens “têm condições para ficar com as crianças”. Ainda que admita que possam não ser “as ideais”.

Já Edmundo Martinho entende que “nos casos em que a mãe adolescente tem uma retaguarda familiar que assegura uma maternidade acompanhada”, há condições para educar o recém-nascido. Também Duarte Vilar, director-executivo da APF considera que “o mais importante é o suporte familiar e emocional da jovem mãe”.

No entanto, os especialistas alertam para o facto de uma gravidez ser muitas vezes o único projecto de vida destas menores. “Para algumas adolescentes a ausência de outros projectos faz da maternidade um projecto facilmente aceitável”, alerta Duarte Vilar. Por isso, Miguel Oliveira e Silva acredita que “a melhor arma para evitar a gravidez na adolescência é ter ambição na vida e ter objectivos”.

Fonte: DN.

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Miúdos em férias

As férias estão mesmo a chegar e as dores de cabeça dos pais também. Quem lhes dera ter também dois meses e meio de descanso, como os filhos. Ou talvez não! A verdade é que para a maioria dos pais é impossível gozar as mesmas férias que os miúdos. Por isso, o melhor é procurar alternativas que não seja ficar em casa.

Depois de nove meses de aulas, é tempo de não fazer nada, aconselha a psicóloga educacional Maria Dulce Gonçalves, do centro de psicologia Lispsi, em Lisboa. “O tempo de férias é um tempo para saborear o não fazer nada, é tempo de recarregar baterias e retemperar ânimos para o próximo ano lectivo”, aconselha.

Os mais pequenos devem ter tempo e espaço para brincar, enquanto os mais velhos deverão poder fazer umas sestas, dormir até mais tarde depois de uma noitada. “É bom que as regras mudem radicalmente durante as férias para depois poder voltar à normalidade”, aconselha a especialista. A excepção confirma a regra, diz o ditado e pais e filhos podem cumpri-lo para fazer coisas diferentes e não cumprir horários.

Ainda as aulas não terminaram e já muitas escolas enviaram informação para casa dos pais, com as ofertas para ocupação dos tempos livres, durante o final deste mês e para o próximo. A praia é uma constante dos programas dos colégios e dos estabelecimentos de ensino das instituições particulares de solidariedade social, mas mais raras nas escolas públicas.

Em tempos de crise, o ideal é encontrar programas mais em conta. São muitos os municípios e as juntas de freguesia que oferecem programas. Estes não são gratuitos, mas pagos, por vezes, tendo em conta os rendimentos das famílias. Há autarquias que oferecem trabalho aos miúdos com 16 anos ou mais, por exemplo, para serem monitores dos mais pequenos. Existem ainda programas de voluntariado, para os adolescentes e jovens, óptimas alternativas para crescer em responsabilidade e ter o tempo ocupado.

Para os mais novos, o melhor é procurar outras ocupações onde possam aprender uma nova língua, melhorar os conhecimentos em ciências ou a matemática, descobrir como se cria uma máquina fotográfica, praticar novas modalidades desportivas ou, simplesmente, brincar.

Maria Dulce Gonçalves afirma que “em termos cognitivos, se verificam saltos muito grandes, quando as crianças voltam à escola”. Ou seja, ter experiências diferentes, contactar com outras pessoas, “é positivo”. No entanto, alerta, quando as férias são demasiado longas e sem horário, torna-se mais difícil regressar à normalidade. Por isso, quando as aulas estiverem quase a começar, é bom retomar os horários.

Cultura

O que é a tralha? Um conjunto desordenado de várias coisas mas também o ponto de partida para as oficinas Artes nas Férias no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. São quatro temas – entre Poesia com Tralha ou uma Oficina da Memória – para dez dias de actividades (de 22 a 26 de Junho e de 29 de Junho a 3 de Julho das 10h30 às 13h e das 14h30 às 17h). Para miúdos dos cinco aos sete e dos oito aos 12.

A que sabe o Oriente? A canela, açafrão, caril… No Museu do Oriente, em Lisboa, há oficinas para explorar, através de cheiros, sons, cores e sabores, as colecções do Museu. A aventura, que começa a 6 de Julho e termina a 28 de Agosto, é para miúdos dos seis aos 12.

No Museu Colecção Berardo, em Lisboa, brinca-se ao cinema (cada um pode ser actor, realizador ou maquilhador), habita-se o espaço do Museu e do jardim com a imaginação ou constrói-se um mundo novo (com maquetas, pinturas e esculturas), a partir da exposição do arquitecto Pancho Guedes. Para miúdos dos quatro aos seis e dos sete aos 12 e de 29 de Junho a 11 de Setembro.

Em Guimarães, no Museu de Alberto Sampaio, comemora-se o aniversário de D. Afonso Henriques e imagina-se que o rei regressa à cidade. A festa – com música, dança e teatro de sombras – está marcada para os dias 6 a 10 de Julho, das 10h às 12h e das 14h30 às 16h30 e é para jovens dos 12 aos 16.

Mais informações em http://www.ccb.pt (213612899), http://www.museudooriente.pt (213585299), http://www.museuberardo.com (213612879) e masampaio@ipmuseus.pt (253423910).

Teatro

Três sugestões em Lisboa para jovens artistas. No Teatro Bocage há Férias no Teatro com criação de uma peça e apresentação final a familiares e amigos (de 15 de Julho a 18 de Setembro das 9h às 18h). Na Act – Escola de Actores, realiza-se um workshop de teatro, voz e movimento para miúdos dos 12 aos 15 (de 22 de Junho a 10 de Julho). E a Tcharan! Eventos tem agendados dois ateliers – com jogos de expressão dramática, improvisação e interpretação – para crianças dos sete aos 13 (de 13 a 17 de Julho e de 7 a 11 de Setembro das 9h30 às 18h).

Mais informações em http://www.teatrobocage.com (912449909), http://www.act-escoladeactores.com (213010168) e http://www.tcharan.com (914107158).

Ar livre e desporto

No Oceanário de Lisboa as férias são sempre Debaixo de Água. E este Verão são também parcialmente ao ar livre, com passeios de barco (dos quatro aos seis anos) e canoagem (dos sete aos 12) às terças e quintas-feiras. Às sextas, passeia-se no teleférico e dorme-se com os tubarões e nos restantes dias resolvem-se mistérios na floresta ou cozinha-se no fundo do mar. As brincadeiras decorrem de 29 de Junho a 11 de Setembro das 9h às 18h e têm um preço de 40 euros por dia. No Jardim Botânico da Ajuda, a Pró Ambiente realiza mais um programa para crianças dos quatro aos 12, com jardinagem, oficinas de expressão plástica, jogos tradicionais e teatro. De 29 de Junho a 31 de Julho das 9h às 18h e com um custo de 175 euros para uma semana.

Mais a norte, em Guimarães, a Tempo Livre propõe para todo o Verão umas férias desportivas – para miúdos dos sete aos 14 – com futsal, basquetebol, golfe, natação, actividades equestres, bowling… Mas também com ateliers de pintura e projecção de filmes. Cada semana custa 30 euros.

Em Serralves, no Porto, os miúdos podem descobrir o que se esconde no meio da relva ou no cimo de uma árvore, conhecer os animais da quinta (Como comunicam entre si? Como se deslocam?) ou fazer corridas com barcos à vela. O programa de Verão, constituído por 20 oficinas, decorre no Parque e no Museu – entre 6 de Julho e 4 de Setembro das 9h30 às 12h30 e das 14h às 17h e para crianças dos seis aos 12.

Dois campos de férias em Vale de Lobo, no Algarve – de 3 a 7 e de 17 a 21 de Agosto das 9h às 12h -, é a proposta da Football By Carlos Queiroz. Aberto a “campeões” dos seis aos 16, inclui um torneio no Estádio do Algarve no último dia das actividades. O preço de inscrição – 350 euros – inclui um kit do Manchester United.

Mais informações em http://www.oceanario.pt (218917002), proambiente@sapo.pt, http://www.tempolivre.pt (253520300), http://www.serralves.pt (226156500) e http://www.footballby.net (ou 214161720).

Dormir fora de casa

Quatro sugestões para miúdos aventureiros e pais “liberais”. No Parque de Natureza de Noudar, na Herdade da Coitadinha, a EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva realiza “o melhor campo de férias do ano”, com construção de hortas biológicas, vigilância de incêndios na torre, percursos pedestres e de BTT e esperas ao javali. Decorrre de 5 a 11 de Julho, é para participantes dos dez aos 15 anos e custa 280 euros.

No Parque Biológico de Gaia há quatro Campos de Verão – de 4 de Julho a 22 de Agosto – em regime residencial (275 euros) ou não (140 euros), para miúdos dos seis aos 15. E ainda diversas actividades para quem quer inscrever-se só um dia: à segunda descobre-se o parque, à terça cuida-se dos animais, à quarta fazem-se espetadas de fruta cobertas de chocolate…

Jogos na água, andar a cavalo, ateliers de pintura e dança, teatro e karaoke são algumas das actividades dos acampamentos de Belgais – Centro para o Estudo das Artes, perto de Castelo Branco. Estão marcados para as semanas de 29 de Junho a 3 de Julho e de 20 a 24 de Julho e alternam com oficinas em regime não residencial e que incluem visitas a aldeias histórias ou actividades no parque botânico.

Na Escola Ambiental Herdade das Parchanas, no Torrão, Alcácer do Sal, realizam-se colónias de férias de 21 de Junho a 5 de Setembro para miúdos dos sete aos 17 (250 euros por semana), com actividades ambientais, hípicas e desportivas.

Mais informações em http://www.parquenoudar.com (285950000), atendimento@parquebiologico.pt (227878137), http://www.citi.pt/belgais (272467680) e http://www.parchanasonline.com (213870966).

Aprender

Férias e matemática? Matemática e diversão? Coisas à primeira vista inconciliáveis, juntam-se nos vários Mathnasium – ou ginásios de matemática – espalhados pelo país. O conceito nasceu há 30 anos nos EUA e é agora aplicado em centros existentes na região de Lisboa (15), do Porto (cinco) ou em cidades como Braga, Bragança, Guarda, Portalegre ou Faro. No Mathnasium do Parque das Nações Sul (218966639), em Lisboa, os programas semanais de férias decorrem de 29 de Junho a 31 de Julho das 15h às 19h30 e são para miúdos dos 6 aos 15. No Mathnasium Parque da Cidade (226163934), no Porto, decorrem de 22 de Junho a 31 de Julho das 10h às 13h e das 15h às 19h. Tudo começa com um “plano de treino” definido para cada “aluno” e prossegue com actividades de matemática mas também com brincadeiras como origami, jogos de tabuleiro, experiências científicas ou aulas de capoeira.

E que tal aproveitar o Verão para aprender ou desenvolver uma língua estrangeira? Nos centros Helen Doron Early English, um método de ensino precoce da língua inglesa para bebés e crianças dos 3 meses aos 14 anos, há cursos de Verão quinzenais entre 22 de Junho e 11 de Setembro. São para miúdos dos quatro aos 14 anos e têm lugar nos centros de Lisboa (Lumiar, Parque das Nações e São Domingos de Benfica), Algés, Cascais e Malveira. Há ainda cursos de Verão de inglês no British Council em Lisboa, Miraflores e Parede e de francês na Alliance Française.

Mais informações em http://www.mathnasium.com.pt, lisbon@helendoron.com (217551870), http://www.britishcouncil.org/portugal e http://www.alliancefr.pt.

Ciência

As Férias com Ciência regressam ao Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva, em Lisboa, com um campeonato de jogos matemáticos, um atelier de cinema, brincadeiras à volta de uma peça de teatro, de insectos e de bolas de sabão gigantes. As actividades têm lugar de 22 de Junho a 11 de Setembro das 9h às 18h e são para miúdos entre os seis e os 12 anos. Preços a partir de 40 euros por dia.

No Museu da Ciência da Universidade de Coimbra há programas de quatro dias dedicados a quatro temas – Geologia, Biologia, Matemática e Astronomia – e ainda um “mergulho” no mundo de Darwin – os livros que escreveu, o que descobriu, como foi a sua vida… As actividades 4 Dias, 4 Temas, que decorrem entre 23 de Junho e 28 de Agosto, são para crianças dos cinco aos sete (de manhã) e dos oito aos 12 (de tarde) e custam 30 euros. No Mundo de Darwin tem lugar entre 30 de Junho e 4 de Setembro.

Mais informações em http://www.pavconhecimento.pt (218917100) e http://www.museudaciencia.pt (239854350).

À borla

E ainda algumas dicas e sugestões sobre actividades gratuitas em tempo de férias – e de crise. O Ciência Viva ainda não divulgou o programa completo para 2009 mas já se conhecem algumas iniciativas: no Pavilhão da Água, no Porto, haverá nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de Julho saídas de campo para análise da água do lago do Parque da Cidade, seguidas de análises microbiológicas da água recolhida (inscrição pelo telefone 808200205). É bom ficar atento ao site http://www.cienciaviva.pt a partir do início de Julho.

Em Lisboa, as bibliotecas municipais preparam um programa de Verão que inclui sessões sobre como fazer um blogue (dias 23 e 24 de Julho e 27 e 28 de Agosto na Biblioteca Natália Correia) ou sobre como viajar pela Internet (dias 14 e 16 de Julho e 11 e 13 de Agosto na Biblioteca David Mourão Ferreira). E ainda horas do conto, um ciclo de cinema, ateliers e visitas guiadas. Mais informações no site http://blx.cm-lisboa.pt e inscrições pelo telefone 213567800.

No Padrão dos Descobrimentos, há oficinas musicais – Do Fundo do Baú – sobre gaitas-de-foles. Realizam-se nos dias 29 e 30 de Junho e 1 e 2 de Julho (dos seis aos dez) e também dia 3 de Julho (dos dez aos 14). Inscrições pelo telefone 213031950.

Fonte: Público.

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