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Archive for the ‘Não classificado’ Category

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Atingimos na semana passada os vinte mil acessos. Obrigado a todos os leitores.

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De acordo com os dados do INE, é na região Centro que tanto os homens como as mulheres têm maior esperança de vida à nascença (75,52 e 81,57 anos, respectivamente) e aos 65 anos (16,33 e 19,6 anos, respectivamente).

No lado oposto está a Região Autónoma da Madeira, onde a esperança de vida à nascença é de 69,14 anos, no caso dos homens, e de 78,16 anos, no caso das mulheres. O mesmo se passa aos 65 anos: 13,64 e 17,06 anos, respectivamente.

Em Portugal Continental, a região do Algarve é a que regista a menor esperan-ça de vida à nascença para homens e mulheres (77,31 anos). O Alentejo é a que regista e menor esperança de vida aos 65 anos, com uma média (17,55 anos).

Na região Norte, a esperança de vida à nascença para ambos os sexos é de 78,41 anos, em Lisboa é de 78,22, no Alentejo é de 77,92 e na Região Autónoma dos Açores é de 74,62 anos.

Entre 2000 e 2006, a esperança de vida à nascença aumentou em Portugal 1,8 anos para os homens e 1,4 anos para as mulheres, sendo o ritmo de crescimento da longevidade mais rápido entre os homens (2,4 por cento) do que nas mulheres (1,7 por cento). Isto atenuou o fenómeno da sobremortalidade masculina, à semelhança do verificado em outros países, referiu o INE.

Por outro lado, a taxa de mortalidade desceu em todo país, registando-se 101.990 óbitos em Portugal em 2006, menos 5,1 por cento do que no ano anterior. No que respeita à taxa de mortalidade infantil, esta baixou de 6,9 óbitos por mil nados vivos, em 1996, para 3,3 óbitos por mil nados vivos, em 2006.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística, a população residente em Portugal em 2006 era de 10.584.344 habitantes. Nas projecções de População Residente, o INE estima que, até 2046, a população diminua para 9.532.000 indivíduos.

A proporção de população jovem reduzir-se-á para 13 por cento e a população idosa aumentará para 31 por cento, agravando-se assim o processo de envelhecimento da população portuguesa expresso no índice de envelhecimento de 238 idosos por cada 100 jovens.

Fonte: Mundo Português.

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Atingimos hoje as 10.000 visitas. Obrigado a todos.

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As duas confederações de associações de pais consideraram hoje que ainda não estão reunidas as condições para uma «verdadeira liberdade de escolha» das escolas por parte dos encarregados de educação, devido à desigualdade da oferta das escolas.

A Assembleia da República discute hoje uma projecto de lei do CDS/PP que prevê uma rede de serviço público de educação, integrada inicialmente pelas escolas do Estado e pelos estabelecimentos privados com contrato de associação, sendo depois aberto um concurso para a adesão das restantes escolas. O mesmo documento reconhece aos pais e encarregados de educação o direito de livremente escolherem o estabelecimento de ensino para os seus filhos.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP) considerou que «neste momento» ainda não estão criadas as condições para se falar numa «verdadeira liberdade de escolha». «Para haver liberdade de escolha dos pais é necessário que haja igualdade de circunstâncias na oferta educativa das escolas estatais, privadas e cooperativas.
As famílias deveriam poder escolher tendo em conta o projecto educativo, mas primeiro é preciso que a oferta das escolas públicas se aproxime à da escola privada. Isso está longe de acontecer», afirmou Albino Almeida.

Para o responsável, é essencial, para começar, que a oferta educativa das escolas estatais se aproxime à oferta proporcionada pelas escolas privadas e cooperativas, nomeadamente no que toca ao fornecimento de refeições ou às actividades de enriquecimento curricular, entre outros aspectos. «Em muitas zonas do país, fora das grandes cidades, não há condições para o exercício da liberdade de escolha por parte dos pais. Enquanto não houver condições de igualdade entre as escolas públicas não se pode falar de liberdade de escolha das famílias», acrescentou.
Para Albino Almeida, o projecto do CDS/PP é eminentemente voltado para as grandes cidades, onde é possível essa escolha, mas não se aplica «seguramente» no resto do país «porque não há opção além da escola estatal».

No entanto, o presidente da CONFAP acredita que «a prazo» haverá uma maior igualdade entre as escolas públicas, na sequência do novo diploma de gestão, autonomia e administração escolar. «É necessário não abandonar o esforço de intervenção na requalificação e melhoria da qualidade da escola pública e promover a oferta das privadas mesmo fora das grandes cidades e ai as câmaras municipais têm responsabilidades através das cartas educativas», acrescentou.

Também a recém-criada Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) considera que «neste momento não estão criadas todas as condições para que efectivamente possa existir liberdade de escolha». «As escolas deveriam estar em pé de igualdade, com os mesmo recursos e meios, quer sejam públicas, quer privadas ao serviço do Ministério da Educação. A liberdade de escolha estará limitada porque existem escolas com melhores recursos materiais e humanos que outras», afirmou Maria José Viseu, presidente da comissão instaladora da CNIPE, em declarações à Lusa.
Na opinião da responsável, deveria haver um reforço do apetrechamento dos estabelecimentos de ensino em termos materiais e humanos, para que todos os estabelecimentos de ensino estejam em pé de igualdade. «A partir daí, os pais deveriam poder optar não pelo aspecto material ou humano, mas sim pelo projecto educativo da escola», afirmou.

Fonte: Diário Digital / Lusa.

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Cientistas americanos podem estar perto de desenvolver uma pílula contra a apneia do sono, uma doença que causa o ressonar.
A apneia do sono é caracterizada por uma paragem da respiração de dez segundos ou mais durante o sono que compromete a oxigenação do organismo. Isso pode acontecer cinco vezes ou mais a cada hora de sono.
O ressonar é simplesmente a tradução sonora indicando que há uma diminuição ou estreitamento da via aérea durante a passagem do ar.

A pílula, conhecida ainda pelo código BGC20-0166, é uma combinação de dois remédios já existentes e age ao afectar áreas do cérebro associadas ao aumento de tonificação dos músculos e fluxo do ar nas vias respiratórias.
A BGC20-0166 está sendo desenvolvida pela empresa BTG, com sede na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos.

Os primeiros testes envolveram 39 pessoas que sofrem da apneia do sono. Os participantes foram divididos em grupos. Cada grupo recebeu uma dose diferente do remédio – um placebo, um dos dois medicamentes que formam a nova pílula, uma ou duas doses da BGC20-0166 diariamente durante 28 dias. Os cientistas então mediram a frequência e a severidade das pausas na respiração ocorridas durante o sono dos pacientes.

Testes
Os testes revelaram que uma alta dose da nova pílula reduziu os sintomas da apneia do sono em 40%, e os pacientes não tiveram nenhum efeito colateral aparente. Três dos dez pacientes que estavam no grupo que recebeu uma alta dose do medicamento tiveram uma redução de 50% dos sintomas.
“Os testes demonstram que a nova pílula tem um potencial para reduzir ou normalizar os sintomas da apneia do sono, mas mais testes ainda serão necessários”, disse Thomas Roth, director do Centro de Pesquisa de Distúrbios do Sono do Hospital Henry Ford e conselheiro da BTG.

Actualmente, não existe um remédio que consiga, sozinho, reduzir os sintomas da doença e, consequentemente, levar a uma redução do ressonar.
Normalmente, pacientes são aconselhados a usar uma máscara durante a noite para ajudar na respiração.

O ronco é apenas um dos sintomas da apneia do sono. A doença também está associada a um maior risco de doenças cardiovasculares, incluindo hipertensão e enfarte do miocárdio, irritabilidade e fadiga diurna excessiva, entre outros.

Fonte: BBC Brasil.

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Estudos comprovam que o aborto provocado deixa sequelas psicológicas em boa parte das mulheres que a ele recorre. Aqui.

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