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Archive for the ‘Pesquisa’ Category

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A tarefa de ser pai ou mãe tornou-se “muito exigente”, causando angústias que podem levar ao adiamento da parentalidade, defendeu hoje a socióloga e investigadora Vanessa Cunha, responsável por um estudo que será apresentado na quinta-feira.

A decisão de ter filhos “tornou-se qualquer coisa de muito exigente, parece que temos de ser muito qualificados em termos parentais para assumir este compromisso”, disse à agência Lusa Vanessa Cunha do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa.

Atualmente, “há muitas pessoas que sentem insegurança acerca se vão saber ser pais, se vão conseguir exercer convenientemente este papel”, ao contrário do que acontecia na geração anterior em que a parentalidade era “assumida mais naturalmente, sem este tipo de angústias e incertezas”, explicou.

Vanessa Cunha é a investigadora responsável pelo estudo “a intenção de ter crianças e o adiamento em tempos de incerteza”, realizado em parceria com o centro de investigação da Universidade de Évora e que será apresentado na quinta-feira.

Este projeto pretende ajudar a compreender o adiamento da parentalidade em Portugal, tanto do segundo filho, o que já vinha acontecendo há alguns anos, como do primeiro, o que é uma situação recente.

“O que temos desde os anos 50 é o adiamento da vinda do segundo filho o que faz com que seja tão visível a questão do filho único na sociedade portuguesa”, um traço distintivo em relação aos vizinhos culturais da Europa do sul, explicou Vanessa Cunha.

Mas, a geração que nasceu entre 1970 e 1975 “já tem um adiamento intenso do nascimento do primeiro filho” e, num inquérito realizado em 2010, quase 30% dos homens e 20% das mulheres ainda não tinham tido filhos, segundo Vanessa Cunha.

A investigadora referiu que são muitas as razões para o adiamento da decisão de ter filhos, sendo “a insegurança financeira a questão central em jogo”.

Sendo uma decisão de longo prazo, a análise não fica pela situação económica e é cada vez mais ponderada não só em termos individuais, mas também de casal e o estudo vai analisar como as divergências são negociadas e como podem levar ao adiamento.

O facto de as conjugalidades “serem hoje consideradas, à partida, qualquer coisa que pode não ser para a vida toda conflitua com a ideia de que a parentalidade é para a vida, acha-se que ter filhos continua a ser um projeto que deve ser vivido a dois”, explicou.

A insegurança e incerteza laboral e de políticas públicas na área da família, com perda de direito a benefícios como os abonos, a dificuldade de conciliação entre vida profissional e vida da família e a falta de apoio de familiares, principalmente dos avós, são outras razões para as dúvidas.

“Este adiamento também torna a questão da transição para a parentalidade numa luta contra relógio e muitas vezes já enfrentam outras dificuldades, ao nível da fertilidade. Muitas vezes querem um segundo filho e já não conseguem”, alertou ainda Vanessa Cunha.

 

Fonte: Paula Mourato, Lusa, DN.

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Varões e fêmeas eram os termos usados no primeiro censo realizado em Portugal, em 1864, para contar os homens e as mulheres, no total da população: eram dois milhões de varões e 2,2 milhões de fêmeas. Citando o primeiro recenseamento português – e mantendo precisamente a escrita da época – assim se resumia o estado civil: “A differença entre viuvos e viuvas é mui sensível. Ha mais de duas vezes mais viuvas que viuvos. Os homens recasam-se mais que as mulheres; as mulheres sobrevivem mais aos maridos, que os maridos ás mulheres, o que está de acordo com a maior somma de agentes destruidores que assediam o homem”.

Num só volume encadernado, com um custo total de 7295 réis por cada “1000 almas”, o primeiro censo contava três estados civis (solteiros, casados e viúvos). Aprofundavam outros detalhes como a distribuição dos homens e das mulheres no país: os “districtos” do interior eram os “mais favorecidos pelo predominio dos varões”, enquanto que os da “orla maritima” eram “aquelles em que o elemento masculino é mais escasso”.

Hoje, 147 anos passados entre o primeiro censo (1864) e o mais recente (2011), temos 15 recenseamentos (disponíveis online). O Gabinete dos Censos do Instituto Nacional de Estatística (INE) refere que estas são as operações estatísticas “mais complexas e dispendiosas que qualquer país pode realizar”. Esse peso leva a que se realizem de dez em dez anos.

O último recenseamento, realizado em 2011 e publicado no ano passado, motivou a recolha alargada dos dados do estado civil, feita pelo PÚBLICO no âmbito de um projecto de investigação em jornalismo computacional (REACTION). Outros motivos como a diminuição dos divórcios (quase 3% face a 2010) e dos casamentos (10%), ou o aumento uniões de facto (de 7% para 13%, de 2001 para 2011), justificaram a recolha dos dados e o seu enquadramento num período de tempo mais alargado.

Olhar para os números em perspectiva torna visível o peso de cada estado civil face à população. Vêem-se as oscilações entre mulheres e homens (sempre houve mais viúvas que viúvos e mais divorciadas do que divorciados, por exemplo) e vêem-se os principais picos, sobretudo nos casamentos e nos divórcios, que hoje, com mais distância temporal, podem ser explicados e justificados à luz de mudanças na lei ou da evolução da sociedade.

Recuar até às primeiras contagens de pessoas separadas ou divorciadas leva-nos até ao ano de 1900. Foi nesse recenseamento que se incluíram, pela primeira vez, os números de pessoas separadas judicialmente: eram cerca de 2500 (mais mulheres que homens). No recenseamento seguinte, que saiu em 1911 e não em 1910, dada a turbulência criada pela implantação da República, aparecem os primeiros divorciados: 2685. Assim surgia uma segunda nova categoria no estado civil que não deixaria de crescer no século seguinte: em 2011, contaram-se cerca de 594 mil divorciados, o que significa uma passagem de cinco divorciados por cada 10 mil habitantes (em 1911) para 562 por cada 10 mil (2011).

Deixar o tempo falar
“Existe uma precipitação de análise com dados de um só ano. É a tendência que deve ser lida, não um número”, sublinha Maria João Valente Rosa, demógrafa e directora da Pordata, afirmando ser necessário deixar o tempo falar. Também a socióloga Anália Torres, professora no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) e autora de livros sobre o casamento e o divórcio em Portugal, reforça a ideia. “Os comportamentos vêem-se a longo prazo”.

É nesse sentido que a quebra no número de divórcios em 2011 – a última quebra tinha ocorrido em 2005 – pode ser vista de diferentes formas. Apontar as dificuldades económicas dos casais como causa pode estar correcto, mas nada o garante. “A crise pode jogar nos dois sentidos”, sublinha a socióloga Maria das Dores Guerreiro, professora no Instituto Universitário de Lisboa (IUL-ISCTE). Ou seja, a crise pode levar casais que consolidariam a ruptura conjugal a terem de ficar juntos ou, inversamente, alimentando a conflitualidade e levando à ruptura.

Foi o tempo que mostrou a outra principal tendência: a quebra dos casamentos. “Sobretudo os católicos, porque os casamentos civis mantêm-se sensivelmente os mesmos”, sublinha a directora da Pordata. De acordo com os censos, o número de casados aumentou até 1981. É no recenseamento de 1991 que se vê a primeira quebra. Outros dados do INE mostram a descida acentuada dos casamentos nos últimos anos: em 1995, registaram-se 65 mil (69% católicos, 31% civis); em 2011 o número passou para 36 mil (40% católicos e 60% civis).

Aos vários motivos que fizeram evoluir o conceito de casamento, junta-se a mudança de percepção em relação ao tempo de vida. “O dilatar da vida faz com que se imaginem mais projectos”, diz Maria João Valente Rosa, sublinhando o facto de uma vida mais longa aumentar a esperança de a conseguir refazer, mesmo após um divórcio.

De varões e fêmeas a homens e mulheres
Paralelamente, e por trás de uma ruptura com o tradicionalismo da sociedade portuguesa, surgem novas formas de conjugalidade. “O tradicionalismo dos anos 50 e 60 estava nos valores, na família, no casamento. Quem mandava era o homem”, lembra Maria das Dores Guerreiro. Assim, termos como “varões e fêmeas” inseriam-se num contexto que só viria a conhecer “os primeiros ecos de modernidade” no início dos anos 70.

Exemplos de como era vista a mulher e o homem estão nas análises feitas no primeiro recenseamento. Explicavam-se as diferenças entre o número de mulheres e homens: “A proporção dos dois sexos está, na differença, em perfeita harmonia com os habitos e officios que um e outro tem no consorcio social, os quaes, ao passo que levam longe do logar nativo em busca de aventuras, instrucção e maior fortuna o homem, conservam a mulher mais presa ao tecto domestico.” Ou então, em 1890, e mantendo a ortografia original, explicava-se assim o maior número de viúvas do que viúvos: “Differentes rasões explicam esta differença: a mulher casa, em geral, mais nova do que o homem, e por isso tem mais probabilidades de lhe sobreviver; as viuvas tem menos facilidade do que os viuvos em casar segunda vez; e, finalmente, a vida media das mulheres é mais longa do que a dos homens.”

Outros factores externos, analisados nos censos, explicavam as variações na população, como em 1920, quando o défice se deve em parte à epidemia de gripe pneumónica em 1918 e à Primeira Guerra. “Se a vida normal do povo não voltar tam cedo a ser convulsionada por qualquer crise violenta […] e, se, como é de esperar, progressivamente forem melhoradas as condições de vida do povo, facilitando-se a nupcialidade, e, […] deminuindo-se o índice de mortalidade […] é de prever que a população do Continente e Ilhas atingirá a cifra de dez milhões de habitantes no decénio de 1980-1990”.

A população não chegou aos dez milhões nesse decénio e os termos varões e fêmeas seriam ainda utilizados até ao recenseamento de 1940. Como explica o Gabinete dos Censos, os questionários vão sendo “adaptados a cada época em que se realizam” e as estatísticas vão sendo “adaptadas às necessidades de informação decorrentes das próprias transformações da sociedade”. “Em 1940, os padrões de família eram diferentes dos de hoje e as variáveis a inquirir também”.

À margem dos registos
Os divorciados nunca deixaram de ser contados, desde 1911, mas o último recenseamento trouxe mudanças: passou a ser registado o estado civil legal e não o estado civil de facto como anteriormente. “Em 2011, a variável estado civil legal, obrigatória por regulamento comunitário, e a variável união de facto substituem a variável estado civil de facto (em 1991 e 2001)”, esclarece o o INE. Essa alteração dificulta uma comparação directa e exacta entre as mesmas categorias dos vários anos, até porque pela primeira vez passaram a ser contados os casamentos e as uniões de facto entre pessoas do mesmo sexo.

Só que os dados não contam tudo. “Há dados que não são suficientes para medir ou cobrir a população interna”, sublinha Sofia Aboim, socióloga, investigadora do Instituto de Ciência Sociais da Universidade de Lisboa (ICS). “Estávamos também à espera para saber quantos casais vivem em união de facto e esses resultados não foram publicados”. O Gabinete dos Censos esclarece que os questionários “foram objecto de apreciação” pela Comissão Nacional de Protecção de Dados, que “emitiu decisão no sentido de eliminar-se a informação respeitante às variáveis relativas a união de facto, entre pessoas do mesmo sexo e entre pessoas de sexo diferente, por se enquadrarem na esfera de dados sensíveis, designadamente de dados sobre a vida privada”.

A investigadora refere ainda existir em Portugal “um certo tabu” em estabelecer uma categorização em termos de conjugalidade. Entre os dados estatísticos, lembra Sofia Aboim, também ficam outras informações, como ser impossível hoje contar as dissoluções das uniões de facto, visto não serem registadas.

Dentro do que ficou nos registos, ao longo de 147 anos, estão várias decisões. Casar, não casar, pôr fim a um casamento, entrar numa união de facto ou voltar a casar, após ficar divorciado ou viúvo, foi o que criou e recriou milhões de famílias. O que os dados não contam são as histórias por trás de cada número.

 

Fonte: Público.

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Um estudo realizado pela Universidade do Porto a 8.647 crianças portuguesas, nascidas este milénio, indica que os meninos se queixam mais de dor do que as meninas, sendo a “dor de barriga” o principal mal de que padecem.

O estudo pioneiro em Portugal, denominado “Geração XXI”, hoje apresentado no Porto, e cujos objectivos passam por conhecer o crescimento e desenvolvimento das crianças nascidas no início deste milénio, revela que do total dos rapazes avaliados 47% queixa-se de dor nos últimos três meses, enquanto que do total das meninas, queixam-se de dor 42%.

A dor de que as crianças mais se queixam é a “dor de barriga” (52,1%), logo seguida de dor de cabeça (44,4%) e “dor nas pernas” (36%). A dor de garganta e de dentes vem logo a seguir.

Fonte: Destak/Lusa.

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Publicado originalmente no Terra

 

A pressão para ser uma mãe perfeita força mais da metade das mulheres a mentir sobre seus cuidados maternos para parecerem mães melhores do que seus pares. O website BabyCentre descobriu que 53% das mães preferem criar histórias sobre suas experiências maternas do que admitir que nem sempre tomam a atitude correta. O site entrevistou 1 mil britânicas, com o objetivo de desvendar os mitos da parentalidade. As informações são do Daily Mail.

O estudo concluiu que as mulheres não só mentem para outras mulheres, como também para os parceiros para se colocarem em uma posição de mãe superior. Um em cada três entrevistadas confessou não ser totalmente sincera com a pediatra e cerca de 71% disseram que mentem para os filhos para tornar o dia mais fácil.

A maioria das mães, nove em cada 10 entrevistadas, confessou usar a TV para manter a criança quieta. Um terço confessou deixar de contar a história para o filho antes de ele dormir e deixá-lo assistir um programa de TV, enquanto um quinto disse que, de vez em quando, substituem um jantar saudável do filho por chocolates e outros doces.

A responsável pela pesquisa, Sasha Miller, acredita que a pressçao sobre as mulheres impede que elas sejam verdadeiras sobre os desafios de ser mãe. “Lutamos todos contra o tempo, eu não acho que as mães devem se sentir mal em admitir certos delizes”, disse ela. O que mais surpreendeu a pesquisadora foi como as mães tentam manter as aparências frente a outras mulheres.

O estudo ainda apurou que dois quintos das mulheres já sentiram antiparia pelo próprio filho e fazem comparação da criança com filhos de outras mulheres.Três quartos das entrevistadas afirmaram sentir alívio por ter que trabalhar após o fim de semana.

 

Foto: Getty Images.

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Estudo alemão diz que os que têm filhos mais tarde conseguem níveis mais altos de felicidade após o nascimento da criança

Estudo alemão diz que os que têm filhos mais tarde conseguem níveis mais altos de felicidade após o nascimento da criança (Foto: Pedro Cunha)

Dois novos estudos quebram a linha de investigações anteriores que concluíam que as famílias com filhos eram menos felizes, mais deprimidas e tinham casamentos menos satisfatórios do que os casais sem filhos. Esta terça-feira é o dia internacional da família.

Dois estudos que analisaram um total de 130 mil adultos apontam para a conclusão de que, actualmente, as pessoas que têm filhos podem ser mais felizes do que os casais sem filhos. Uma das investigações foi realizada com casais a viver na Alemanha e no Reino Unido e outra com feita com base nas respostas das famílias norte-americanas a dois inquéritos nacionais. Os trabalhos foram apresentados no encontro anual da Population Association of America, uma organização sem fins lucrativos dedicada ao estudo de questões populacionais, e divulgados pelo jornal USAToday.

“Não encontrámos nenhuma prova que indique que o bem-estar parental diminua depois do nascimento de uma criança. Encontramos dados que confirmam que o bem-estar aumenta enquanto as pessoas estão a planear e a esperar o nascimento de uma criança e também no primeiro ano de vida do filho”, assinala o estudo realizado por investigadores do Max Planck Institute, na Alemanha. Os cientistas que analisaram “os níveis de felicidade” de casais britânicos e alemães, durante cinco anos antes de ter um filho e nos cinco anos seguintes ao nascimento, concluiram que o impacto de um filho é, de forma geral, positivo. Os níveis de felicidade dos pais foram comparados com os níveis que estas mesmas pessoas tinham quando não tinham filhos.

O estudo europeu considera que há factores, como a idade, que podem ter uma importante influência no bem-estar. Segundo explicam, as pessoas que se tornam pais em idades mais jovens têm uma maior tendência para uma redução da sua felicidade enquanto que os que têm os filhos mais tarde conseguem níveis mais altos de felicidade após o nascimento da criança. Por outro lado, os investigadores notaram ainda outro dado interessante: a felicidade vai mudando com o número de filhos. “O primeiro filho aumenta significativamente a felicidade. O segundo aumenta um pouco, e o terceiro já não aumenta de todo”, nota Mikko Myrskylä, co-autor da investigação

Felicidade dos que não têm filhos

Um outro estudo analisou os dados de dois inquéritos realizados nos EUA entre 1972 e 2008 e concluiu algo diferente. As respostas mostram que os pais eram menos felizes do que as pessoas sem filhos na década entre 1985-95 mas daí para a frente (até 2008) revelam que os pais são mais felizes.

Chris Herbst, investigador da Arizona State University e co-autor do estudo, avança com uma explicação sugerindo que o nível de felicidade dos pais não aumentou de facto. O que diminuiu, defende, foi a felicidade das pessoas sem filhos o que faz com que os pais pareçam mais felizes por comparação. Segundo este investigador, não é possível afirmar com certeza se a generalidade dos pais é menos feliz do que alguém sem filhos. Mas, adianta, “é inegável, no entanto, que ao longo das últimas décadas os pais se tornaram mais felizes do que as pessoas que não têm filhos”.

Os estudos divulgados no encontro da Population Association of America tocam um tema polémico e sugerem alguns problemas em investigações anteriores – que concluíam que as famílias com filhos eram menos felizes, mais deprimidas e tinham casamentos menos satisfatórios do que os casais sem filhos – criticando métodos de análise da informação disponível. Até agora, a maioria dos estudos indicava que a felicidade dos casais podia ser lida como um gráfico em forma de U, em que existe um pico na altura do casamento e enquanto não existem filhos, uma quebra quando eles nascem e depois uma recuperação para os níveis anteriores, à medida que os filhos vão ganhando a sua autonomia.

A notícia do USAToday foi alvo de muitos comentários e mostra como o assunto é delicado e discutível. Entre os leitores que fizeram questão de dar a sua opinião sobre o assunto há quem defenda que não seria nada sem os seus preciosos filhos e também quem festeje o facto de nunca os ter tido. Depois há ainda muitos comentadores que questionam os resultados do estudo alegando, entre outros argumentos, que a noção de felicidade inclui muitas variáveis difíceis de analisar. Por fim, há quem simplesmente conclua que esta felicidade depende acima de tudo de um ponto fulcral: ter um filho ou não o ter foi resultado de uma escolha? Se a resposta é afirmativa, provavelmente as duas partes tem motivos para estar felizes.

Fonte: Público.

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Estudos recentes nos EUA desaconselham o presente estilo de vida amorosa. Leia aqui.

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Um estudo realizado por uma Universidade Australiana revela o que faz com que um casal fique junto ou se separe, e descobriram que o amor nem sempre é o mais importante.

A idade de um casal, relacionamentos prévios e fumar são factores que influenciam o final de um casamento. São as conclusões do estudo em que foram analisados cerca de 2500 casais, entre 2001 e 2007.

O estudo também concluiu que maridos que são nove anos mais velhos do que as respectivas mulheres são duas vezes mais propícios ao divórcio, assim como aqueles que casaram antes do casal completar 25 anos.

As crianças também influenciam o relacionamento: um entre cinco casais (20%) que tiveram crianças antes do casamento – seja de um relacionamento anterior ou do mesmo relacionamento – separam-se, comparados com apenas 9% dos casais sem crianças nascidas antes do casamento.

Mulheres que desejam crianças muito mais do que os seus parceiros também são mais propensas a situações de divórcio.

Os indivíduos que estão no segundo ou terceiro casamento têm 90% mais hipóteses de se separarem do que aqueles que estão num primeiro casamento.

O dinheiro também é importante: 16% dos inquiridos que indicaram serem pobres, ou onde o marido (e não a mulher) estava desempregado,  disseram que se separaram, comparado com apenas 9% dos casais com boa situação financeira.

Casais nos quais um parceiro fumava e o outro não também eram mais propensos a divórcios.

Fonte: Ionline.

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