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Archive for the ‘Saúde’ Category

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Um estudo realizado pela Universidade do Porto a 8.647 crianças portuguesas, nascidas este milénio, indica que os meninos se queixam mais de dor do que as meninas, sendo a “dor de barriga” o principal mal de que padecem.

O estudo pioneiro em Portugal, denominado “Geração XXI”, hoje apresentado no Porto, e cujos objectivos passam por conhecer o crescimento e desenvolvimento das crianças nascidas no início deste milénio, revela que do total dos rapazes avaliados 47% queixa-se de dor nos últimos três meses, enquanto que do total das meninas, queixam-se de dor 42%.

A dor de que as crianças mais se queixam é a “dor de barriga” (52,1%), logo seguida de dor de cabeça (44,4%) e “dor nas pernas” (36%). A dor de garganta e de dentes vem logo a seguir.

Fonte: Destak/Lusa.
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Um pai convenceu o sistema de saúde público britânico, o NHS, a financiar um tratamento que o próprio encontrou na Internet para tratar a filha, vítima de hipertensão intracraniana idiopática, uma doença neurológica rara.

Esta rara perturbação neurológica, que afeta a jovem de 18 anos Charlotte Durham, aumenta a pressão interna no cérebro, levando a dores de cabeça lancinantes e, nalguns casos, à cegueira.

O tratamento encontrado pelo pai, Andy Durham, na Internet obteve bons resultados num estudo realizado com 26 pacientes, na Grécia. Trata-se da administração de octreotide, uma substância normalmente utilizada para o tratamento de problemas de crescimento anormal e que se mostrou eficaz nestes casos de hipertensão intracraniana idiopática.

Apesar de o sistema de saúde público britânico não financiar, na maioria das vezes, a utilização da referida substância, a autoridade local de saúde concluiu que “este caso tem circunstâncias clínicas excecionais por conta da condição de Charlotte ser incomum, mesmo entre pacientes em condições similares, e ela não responder ao tratamento convencionalmente recomendado para esta doença”, explicou em comunicado.

De acordo com a BBC, Charlotte corria o risco de se submeter a uma cirurgia na qual o líquido cefalorraquidiano (LCR), que causa o aumento da pressão dentro do crânio, é drenado para outra cavidade corporal. No entanto, depois da administração da octreotide, a jovem parece estar a responder positivamente.

Segundo o neurologista Brendam Davies, da Clínica Regional de North Midlands, “o caso de Charlotte releva a necessidade de financiamento de mais pesquisas clínicas acerca de um tratamento efetivo para a hipertensão intracraniana idiopática”, uma doença que atinge, maioritariamente, mulheres jovens e com excesso de peso.

Fonte: Boas Notícias.

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Mais de 30 por cento das crianças e adolescentes portugueses têm excesso de peso, segundo os resultados de uma investigação da Escola Nacional de Saúde Pública hoje divulgados.

O estudo, dirigido para o grupo etário dos nove aos 18 anos, abrangeu todos os distritos portugueses e incluiu a análise a 5708 adolescentes escolarizados.

Os resultados indicam que a prevalência de pré-obesidade infanto-juvenil é de 22,6 por cento e que a prevalência da obesidade é de 7,8 por cento.

“A investigação aponta para 30,4 por cento dos adolescentes com excesso de peso. Estes valores são muito preocupantes, porque uma elevada prevalência do excesso de peso traz consequências, como aparecimento da diabetes e de doenças cardiovasculares”, comentou à agência Lusa Isabel Loureiro, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP).

“A adolescência é uma das últimas grandes oportunidades de controlar o peso, para que o adulto não venha a tornar-se obeso”, frisou a orientadora desta investigação, cujo trabalho de recolha de dados decorreu entre 2008 e 2009.

Outro estudo divulgado este ano pela Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade revelava que quase um terço das crianças portuguesas entre os dois e os cinco anos estão em estado de pré-obesidade.

Isabel Loureiro lembra a importância de educar os “jovens que vão ser pais”: “a ideia do bebé muito gordinho deve ser acautelada”.

“É ainda necessário ajudar as crianças a terem uma boa relação com a comida e não ter com ela uma relação de compensação emocional”, alertou.

Fonte: Público.

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Suicídio e mortalidade aumenta com o desemprego, segundo estudo na União Europeia.

Ler aqui.

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Há cerca de 290 mil casais afectados pela infertilidade, segundo um estudo recente da Sociedade Portuguesa de Medicina de Reprodução. Já a capacidade de resposta das unidades de saúde públicas é pouca e os medicamentos e tratamentos, muito caros.

Nos serviços públicos estão 2800 casais em lista de espera. Todos os outros “recorrem ao privado, desistem ou esperam que a natureza lhes conceba um milagre”, explicou à Lusa Cláudia Vieira, presidente da Associação Portuguesa de Fertilidade.

Enquanto o milagre da natureza ou da ciência não se concretiza, milhares de portuguesas “vivem com algum sofrimento o Dia da Mãe”, lembra Cláudia Vieira.

“Esse era o dia que mais me entristecia. O facto de não conseguir ter filhos deixava-me muito em baixo. Sentia-me à parte de um mundo ao qual queria pertencer: o mundo com crianças”. O desabafo é de Maria Teresa, que, depois de dez anos há espera de um tratamento de fertilidade no sector público, conseguiu finalmente ver realizado o seu sonho, quando nasceu o Tomás.

Para Maria Teresa, ser mãe fazia parte das suas prioridades: “Era algo pelo qual sempre esperei. Casei cedo, aos 22 anos, e no início não fazia nada para ter filhos, porque queria que fosse uma surpresa”. Mas, passados dois anos, começou a estranhar que nada acontecesse e decidiu fazer os testes, que vieram confirmar as suas suspeitas: os médicos diagnosticaram infertilidade masculina ao casal.

Andaram em consultas no Hospital Santa Maria e na Maternidade Alfredo da Costa, Lisboa, mas foi no privado que o sonho do casal se tornou realidade, depois de dezenas de viagens até ao Porto e de mais de dez mil euros gastos em tratamentos e medicamentos.

Hoje, Maria Teresa não tem dúvidas de que foi o dinheiro mais bem gasto da sua vida. No domingo, vai “comemorar em grande” a efeméride.

Para assinalar o dia, a Associação Portuguesa de Fertilidade lançou a campanha Querosermãe.com, uma sondagem online, onde se perguntam às futuras mães: “O que dirá ao seu filho quando o vir pela primeira vez?”

Fonte: Público.

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A percentagem de alunos sinalizados com características de sobredotação na Madeira situa-se dentro da média nacional: ou seja entre dois a cinco por cento da população. Desde 1995 que a Região trabalha com crianças/jovens com características de sobredotação ou potencialmente sobredotados, inicialmente através do Programa Regional de Apoio à Sobredotação e, actualmente, através da Divisão de Investigação em Educação Especial, Reabilitação e Sobredotação (DIEERS). Daí ter vindo a desenvolver estudos sobre esta temática e criado programas de enriquecimento curricular para responder às necessidades desta população.

A coordenadora da Divisão de Investigação em Educação Especial, Reabilitação e Sobredotação, Conceição Ramos, fala da necessidade de sensibilizar/informar toda a comunidade educativa sobre este tema, no sentido de uma melhor sinalização/identificação dos alunos junto das escolas.

Depois deste primeiro passo, “iremos intervir, ajustando programas às necessidades específicas de cada um, de modo a promover respostas diferenciadas e enriquecedoras nas áreas do talento. Isto porque, conforme defende aquela responsável, “só uma identificação e intervenção adequadas ajudarão o aluno a uma maior potenciação e manifestação das suas capacidades, assim como o reconhecimento e a valorização das mesmas”.
Segundo Conceição Ramos, “para sinalizar uma criança/jovem com características de sobredotação, é necessária a intervenção de uma equipa multidisciplinar composta por docentes, psicólogos e outros técnicos, até porque “o conceito de sobredotação é multifacetado e tem de ser visto como um processo”.

A avaliação destes alunos, segundo a coordenadora da DIEERS, deverá contemplar várias áreas e dimensões do seu comportamento e atender aos diferentes contextos onde o aluno se encontra. “As crianças sobredotadas são diferentes e há vários níveis e graus de sobredotação”, afirma Conceição Ramos, a qual sublinha que estudos actuais apontam para a importância de uma orientação ao aluno sobredotado e à sua família de um sistema educacional que reconheça e atenda às necessidades desse aluno nas áreas não só cognitiva e intelectual, mas também social e emocional.
Refira-se que a DIEERS tem parcerias externas com as Universidades do Minho, da Madeira, com as direcções regionais da Juventude, da Educação e com estabelecimentos de ensino, museus e até com as próprias famílias.

Sobredotado “não é alguém que sabe tudo”

A Coordenadora da Divisão de Investigação em Educação Especial, Reabilitação e Sobredotação diz que o aluno sobredotado não é alguém que sabe tudo, que é auto-suficiente e que não precisa de ajuda. “Não é correcto pensar-se que, face às suas altas habilidades e talentos, este terá que ser excelente em todos os domínios da sua pessoa, comportamento cognitivo e de aprendizagem. Muitas vezes, estes alunos possuem dificuldades, pese embora a relevância das suas qualidades particulares”, defende Conceição Ramos. A psicóloga adianta que estes alunos funcionam dentro de um esquema cognitivo diferente do habitual, marcado pelo pensamento divergente e tratamento não sequencial da informação, mais facilmente “chocam” com o ensino dito tradicional.

Assim, conforme adianta, “a sua inclusão na sala de aula requer, por parte dos professores, estratégias pedagógicas adequadas às suas necessidades” diz Conceição Ramos. Ainda segundo a Coordenadora da Divisão de Investigação em Educação Especial, Reabilitação e Sobredotação, diversos estudos têm demonstrado que existem alunos com altas habilidades que passam despercebidas aos professores. Estes alunos, às vezes, são rotulados de “problemáticos”, com dificuldades relacionadas com o seu comportamento nas aulas (atenção, interesses, tarefas escolares, desempenho social).

Segundo e terceiro ciclos são uma realidade a atender

A “DIEERS faz estudos longitudinais em algumas escolas, os quais visam uma maior sensibilização sobre a temática e uma melhoria nos mecanismos de actuação com estes alunos . “É nossa objectivo dar continuidade à intervenção nos 2.º e 3.º ciclos, secundário e sempre que os alunos, os pais e os professores nos solicitem”, diz-nos Conceição Ramos. “De acordo com as nossas atribuições, colaboramos na avaliação de todos os projectos nesta área, na identificação e acompanhamento”, refere ainda aquela responsável. Considerando que muitos pais têm ideias erradas quanto à sobredotação, Conceição Ramos diz que há quem considere que estas crianças são alvo de discriminação. “Na minha opinião, essa discriminação é feita pelos próprios adultos”, refere a coordenadora da Divisão de Investigação em Educação Especial, Reabilitação e Sobredotação.

No entender de Conceição Ramos, tanto adultos, como crianças devem estar preparados para a diferença. “”Todos somos diferentes e em relação a isso, temos de tratar com as coisas de uma forma normal e estar habituados a lidar com a própria diferença. Uns são bons numas coisas e outros são bons noutras”, considera a coordenadora da Divisão de Investigação em Educação Especial, Reabilitação e Sobredotação.

Fonte: Jornal da Madeira, via Portal da Criança.

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As crianças e as mulheres são mais vulneráveis em situações de emergência que provoquem carências de alimentos e obstáculos no acesso aos cuidados médicos, alerta a Unicef, apelando a que se dê prioridade à saúde materno-infantil.

A directora-executiva do fundo das Nações Unidas para as crianças, Ann M. Veneman, sublinhou que “o impacto dos desastres causados pelo homem e pela natureza recai desproporcionadamente sobre as mulheres e as crianças”.

“A saúde das mulheres e das crianças deve ser considerada uma prioridade e as suas necessidades devem ser identificadas em todas as respostas de emergência”, sustenta, em comunicado, garantindo que a Unicef tudo fará para assegurar que hospitais e outras unidades de saúde possam prestar auxílio a mulheres e crianças.

A directora-executiva da UNICEF assinala ainda que, “quando os sistemas de cuidados de saúde são afectados pelos desastres, as crianças correm um risco maior de contraírem doenças”, como sarampo, malária ou infecções respiratórias agudas, que podem ser fatais.

Fonte: Público.

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